sábado, 30 de agosto de 2008

Anônima

A minha tristeza não sabe se vai ou fica e a uma altura dessa eu já não sei se posso controlá-la. Eu vivo um momento atordoado, tudo que julgo amar ou julgava amar se desfaz, esfarela. Tantos sentimentos confusos. Tantas palavras confusas.
Quero tanto falar o que eu realmente penso, pena serem palavras ácidas. Mas um dia acordaremos pra a realidade e deixaremos o nosso egoísmo de lado, deixaremos as intensidades menos intensas e vamos viver de forma sensata. E as pessoas que ainda não acordaram, as que vivem atoladas no seu próprio egoísmo, eu posso dizer que tive: pena, cautela, raiva.Poso dizer que já fui compreensiva além do meu limite. Já falei mau nos meus momentos de raiva. Mas chega!Chega de se achar o centro do universo. Chega de compreensão. Eu não tenho mais paciência. E hoje já não tenho certeza da minha raiva, mas também não tenho certeza do meu amor. Cuidem-se. Pra mim vão ficar as boas lembranças, as “ruins” nem faço questão.





Ah! que saudades tenho da minha infância, que saudades dos amigos, que saudade da minha roça, que saudade de tudo aquilo que me fez feliz.