quinta-feira, 26 de março de 2009

Inclusão da margem

p#$@ da vida com toda essa situação. Um tal de bem-me-quer-mau-me-quer da porra. Rpz...acho que eu não nasci pra ficar nessa de homem que num sabe o que quer, a minha lei é a do 'ou vai ou racha.' Porque os homens são tão pouco direitos em alguns momentos? Podia ser tudo mais prático, simples e honesto. Uma questão histórica que deixo pra antropólogos e filósofos, complexo demais pra mim.

Vamos aos fatos...hoje um parágrafo, de um artigo da adv. Franscica Najara de Almeida Brasil na revista Jus Vigiliatibus, me chamou bastante atenção. Quando se fala em direitos humanos o que vem a sua cabeça?Pra ser bem sincera, até a tarde de hoje vinha apenas o direito de não ser maltratado, de ter alimentação básica e outros valores que eu julgo[ pois não posso deixa-los de lado do dia pra noite] básicos. Mas percebi que independente do país, do Estado, direitos humanos é o direito dos pobres, dos marginalizados. E com isso pude perceber que direitos humanos vai além do vital, é o direito de ter direito a ser igual e o que é ser igual? Ótima pergunta, uma ótima reflexão para o dia de hoje. Marginalizar pra poder desmarginalizar, seria talvez um questionamento sobre os direitos humanos? Pobreza,violência,analfabetizmo=, inconsciência política, fatores que estampam o processo gradual de exclusão, de degradação do ser humano. E o resgate, a necessidade de se fazer valer os direitos humanos está em incluir essa grande maioria encontrada nessa linha de risco na possibilidade de ter acesso ao mínimo de bem-estar social, cultura, educação; retomar a dignidade, hoje, perdida.

"Isso importa dizer que não existe um conceito formal do que seja a exclusão social, por não se tratar exclusivamente de um conteúdo tópico, mas deve ser esta entendida e compreendida em um sistema gerador de pobreza e desigualdade, que excluem a dignidade humana não só como preceito constitucional máximo, também um ideal humano."


Aos amigos um abraço

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